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Notícias do Brasil

Transcrevo mail que recebi do amigo João Fernando

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Oi Manuel,

muito boa a sua iniciativa. Vou preparar e enviar as informações que tenho para você.
Pelo jeito os nomes se repetem bastante na nossa família:
- Eu sou bisneto de Manuel Gonçalves Nujo, que nasceu em Paúl, Cernache em 1891 (filho de João Gonçalves Nujo e Anna Ferreira Fresca), veio para o Brasil com uns 18 anos e faleceu aqui em 1934 (tenho as certidões de nascimento e de óbito dele) – No Orkut você tem uma foto tirada em Araraquara, que acreditamos ser dele com o pai João Gonçalves Nujo e o irmão Joaquim Gonçalves Nujo (Araraquara é perto daonde ele viveu e faleceu)
Atenciosamente,
João Fernando Nujo Carrascoza
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A foto que o João Fernando refere é esta:
Julgo que a foto se refere a outra família: os Missas, Cardosos…
Encontrei esta foto juntamente com muitas quando reconstrui a minha casa.
A foto tem inscrito Joaquina Ferreira e não Anna Ferreira.

Metro Mondego

Sistema de Mobilidade do Mondego

Nov 2009
Consignada empreitada do troço entre Miranda do Corvo e Serpins

Foi consignada, no dia 25 de Novembro de 2009, a empreitada de reabilitação das infra-estruturas do troço Miranda do Corvo / Serpins, do Ramal da Lousã, primeira empreitada da 1.ª Fase do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM).
Com uma extensão aproximada de 16,4 quilómetros, o traçado daquele troço aproveita o espaço canal da infra-estrutura ferroviária existente, alterando a bitola de 1.668 mm para a bitola 1.435 mm, para permitir a sua exploração por material circulante do tipo “Tram-Train”.


Os trabalhos a realizar, com base em projecto da FERBRITAS, SA consistem, fundamentalmente, nas seguintes intervenções:

• Execução de uma nova plataforma de via
• Reperfilamento de taludes e trabalhos de drenagem
• Assentamento de via balastrada e via betonada
• Electrificação da linha (sistema de alimentação 750V CC)
• Construção de duas passagens desniveladas e de infra-estruturas para cabos de sinalização e telecomunicações
• Remodelação da zona envolvente (acessos pedonais e rodoviários, e integração paisagística) às estações do troço – Miranda do Corvo, Corvo, Padrão, Meiral. Lousã A, Lousã, Espírito Santo e Serpins – e adaptação das respectivas plataformas de passageiros.

Os trabalhos foram adjudicados ao consórcio Domingos da Silva Teixeira, SA / Isolux Engenharia, SA / Corsán – Corviam Construcción, SA / Dorsalve, SL, por 22.694.395,54 euros e um prazo de execução de 365 dias de calendário.
A fiscalização das obras é da responsabilidade do consórcio Gibb / Ferconsult / Fase.

fonte: http://www.refer.pt
   

O Pouca Sorte

Em questões de sorte (vulgo fadário), o português é exímio na sua utilização. Com pouca ou muita sorte, toda a gente tem a dita, nem que seja uma  única vez.

E por mais negra que seja a estrada da vida, a arte popular arranja sempre um bom uso para a sorte:

  • O morto teve muita sorte! podia ficar aleijado ou paraplégico para toda a vida…
  • Teve muita sorte o desgraçado… perdeu um braço mas podia ter perdido dois…
  • Isso é que foi sorte …. o carro vai p’ra sucata mas ele teve cá uma sorte, não se aleijou…

Mas por norma a sorte dos infelizes não lhes atinge as alcunhas. Até porque na maioria, os tais sortudos despedem-se da vida.  No entanto, – o meu Pai - foi um excepção bafejada pela sorte na atribuição de alcunha.

Manuel  Nujo era muito conhecido cá na aldeia pelo “Pouca Sorte”. Estou convicto que a maioria dos que o chamava pela alcunha não lhe conheciam a história.

O Manuel Nujo, homem de um emprego só – os transportes públicos -, cobrador do José Maria dos Santos  e mais tarde da AVIC Mondego, não tinha paciência nem grande habilidade para jogos, quanto mais de cartas.

Manuel Nujo à esquerda acompanhado do Sr Artur, o motorista

Mas nestas coisas do jogo, há sempre uma primeira vez, e essa aconteceu em Vila Pouca de Cernache em casa do “Ti Adoro”. A habilidade ao jogo era proporcional à sorte e às derrotas que ia coleccionando em simultâneo  com  os lamentos de  pouca sorte. Os parceiros ao jogo, acharam  tanta graça às piadas do momento que o baptizaram de “O Pouca Sorte”, alcunha que se perpetuou até aos nossos dias.

Mulher do Ano

 A portuguesa Maria do Céu da Conceição, fundadora de uma instituição de assistência social no Bangladesh –  ”The Dhaka Project” -, venceu em 17 de Novembro o prémio Mulher do Ano, nos Emirados Árabes Unidos, atribuído no Dubai.

Já em 2007 tinha sido atribuído a Maria do Céu da Conceição, o Prémio de Inovação 2007.

Gripe A

Uma reflexão e uma proposta

Texto de Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Convento de Montserrat em Barcelona, médica especialista em Medicina Interna e doutorada em Saúde Pública, publicado no sítio da Coordenadora Antiprivatização de Saúde Pública, Madrid, (www.casmadrid.org), em Setembro de 2009.

Dados científicos

Os dois primeiros casos conhecidos da nova gripe (vírus A/H1N1, estirpe S-OIV) diagnosticaram-se na Califórnia (EUA) no dia 17 de Abril de 2009 [1].

A nova gripe não é nova por ser do tipo A, nem tampouco por ser do subtipo H1N1: a epidemia de gripe de 1918 foi do tipo A/H1N1 e desde 1977 os vírus A/H1N1 fazem parte da época da gripe anual [2]; a única coisa que é nova é a estirpe S-OIV [3] [4].

Cerca de 33% das pessoas maiores de 60 anos parecem ter imunidade a este tipo de vírus da nova gripe [5].

Desde o seu início até 15 de Setembro de 2009, morreram com esta gripe 137 pessoas na Europa e 3.559 em todo o mundo [6]; há que ter em atenção que anualmente morrem na Europa entre 40.000 e 220.000 pessoas devido à gripe [7].

Como já disseram publicamente reconhecidos profissionais de saúde – entre eles o Dr. Bernard Debré (membro do Conselho Nacional de Ética em França) e o Dr. Juan José Rodriguez Sendin (presidente da Associação de Colégios Médicos do Estado espanhol) –, os dados desta temporada, pela qual já passaram os países do hemisfério Sul, demonstram que a taxa de mortalidade e de complicações da nova gripe é inferior à da gripe anual [8].

Irregularidades que têm de ser explicadas

Em finais de Janeiro de 2009, a filial austríaca da empresa farmacêutica norte-americana Baxter distribuiu a 16 laboratórios da Áustria, Alemanha, República Checa e Eslovénia, 72 kg de material para preparar vacinas contra o vírus da gripe anual; as vacinas tinham de ser administradas à população destes países durante os meses de Fevereiro e Março; antes que qualquer destas vacinas fosse administrada, um técnico de laboratório da empresa BioTest da República Checa decidiu, por sua conta, experimentar as vacinas em furões, que são os animais que desde 1918 são utilizados para estudar as vacinas para a gripe; todos os furões vacinados morreram.

Investigou-se então em que consistia exactamente o material enviado pela casa Baxter e descobriu-se que continha vírus vivos da gripe das aves (vírus A/H5N1) combinados com vírus vivos da gripe anual (vírus A/H3N2). Se esta contaminação não tivesse sido descoberta a tempo, a pandemia que, sem base real, as autoridades sanitárias globais (OMS) e nacionais estão a anunciar, seria agora uma espantosa realidade; esta combinação de vírus vivos pode ser particularmente letal porque combina um vírus vivo com cerca de 60% de mortalidade mas pouco contagioso (o vírus da gripe das aves) com um outro que tem uma mortalidade muito baixa mas com uma grande capacidade de contágio (o vírus da gripe sazonal) [9].

Em 29 de Abril de 2009, quando apenas tinham passado 12 dias sobre a detecção dos dois primeiros casos da nova gripe, a Drª Margaret Chan, directora-geral da OMS, declarou que o nível de alerta por perigo de pandemia se encontrava na fase 5 e mandou que todos os governos dos Estados membros da OMS activassem planos de emergência e de alerta sanitária máxima; um mês mais tarde, 11 de Junho de 2009, a Drª Chan declarou que no mundo já tínhamos uma pandemia (fase 6) causada pelo vírus A/H1N1 S-OIV [10]. Como pode fazer tal declaração quando, de acordo com os dados científicos expostos acima, a nova gripe é uma realidade mais benigna que a gripe sazonal e, além disso, não é um vírus novo e ao qual parte da humanidade está imune?

Pôde declará-lo porque no mês de Maio a OMS tinha alterado a definição de pandemia: antes de Maio de 2009 para poder ser declarada uma pandemia era necessário que por causa de um agente infeccioso morresse uma proporção significativa da população. Esta exigência – que é a única que dá sentido à noção clínica de pandemia e às medidas políticas que lhe estão associadas – foi eliminada da definição adoptada no mês de Maio de 2009 [11], depois dos EUA se terem declarado em «estado de emergência sanitária nacional», quando em todo o país havia apenas 20 pessoas infectadas com a nova gripe, e nenhuma delas tinha morrido [12].

Consequências políticas da declaração de «pandemia»

No contexto de uma pandemia é possível declarar a vacinação obrigatória para determinados grupos de pessoas ou, inclusivamente, para o conjunto dos cidadãos [13].

O que é que pode acontecer a uma pessoa que decida não se vacinar? Enquanto a vacinação não for declarada obrigatória não lhe pode acontecer nada; mas se chegasse a declarar-se a vacinação obrigatória, o Estado tem a obrigação de fazer cumprir a lei impondo multa ou prisão (no estado de Massachussetts dos EUA a multa para estes caso pode chegar a 1.000 dólares por cada dia que passe sem o prevaricador se vacinar) [14].

Perante isto, há quem possa pensar: se me obrigam, vacino-me e já está, a vacina é mais ou menos como a sazonal, também não há para todos…

É preciso que se saiba que há três novidades que fazem com que a vacina da nova gripe seja diferente da vacina da gripe anual: a primeira é que a maioria dos laboratórios estão a desenhar a vacina de forma que uma só injecção não seja suficiente e sejam necessárias duas; a OMS recomenda também que não se deixe de administrar a da gripe sazonal; quem seguir estas recomendações da OMS expõe-se a ser infectado três vezes e isto é uma novidade que, teoricamente, multiplica por três os possíveis efeitos secundários, embora na realidade ninguém saiba que efeitos pode causar, pois nunca antes se fez assim. A segunda novidade é que alguns dos laboratórios responsáveis pela vacina decidiram adicionar-lhe coadjuvantes mais potentes que os utilizados até agora nas vacinas anuais. Os coadjuvantes são substâncias que se adicionam às vacinas para estimular o sistema imunitário. A vacina da nova gripe que está a ser fabricada pelo laboratório Glaxo-Smith-Kline, por exemplo, contém um coadjuvante, AS03, uma combinação que multiplica por dez a resposta imunitária. O problema é que ninguém pode assegurar que este estímulo artificial do sistema imunitário não provoque, passado algum tempo, doenças auto-imunitárias graves, como a paralisia crescente de Guillain-Barré [15]. E a terceira novidade que distingue a vacina para a nova gripe da vacina anual, é que as companhias farmacêuticas que a fabricam estão a exigir que os Estados assinem acordos que lhes garantam a impunidade no caso das vacinas terem mais efeitos secundários que os previstos (por exemplo prevê-se que a paralisia Guillain-Barré venha a afectar 10 pessoas por cada milhão de vacinados); os EUA já assinaram estes acordos que garantem, tanto às farmacêuticas como aos políticos, a retirada de responsabilidade pelos possíveis efeitos secundários da vacina [16].

Uma reflexão

Se o envio de material contaminado fabricado pela Baxter não tivesse sido casualmente descoberto em Janeiro passado, efectivamente, ter-se-ia dado a gravíssima pandemia potencialmente causadora da morte de milhões de pessoas que alguns andam a anunciar. É inexplicável a falta de ressonância política e mediática do que aconteceu em Fevereiro no laboratório checo. Ainda mais inexplicável o grau de irresponsabilidade demonstrado pela OMS, pelos governos, pelas agências de controlo e prevenção de doenças ao declarar uma pandemia e promover um nível de alerta sanitário máximo sem uma base real. É irresponsável e inexplicável até extremos inconcebíveis o bilionário investimento saído do erário público destinado ao fabrico milhões e milhões de doses de vacina contra uma pandemia inexistente, ao mesmo tempo que não há dinheiro suficiente para ajudar milhões de pessoas (mais de 5 milhões só nos EUA) que por causa da crise perderam o seu trabalho e a sua casa.

Enquanto não forem clarificados estes factos, o risco de este Inverno serem distribuídas vacinas contaminadas e o risco de poderem ser adoptadas medidas legais coercivas para forçar a vacinação, são riscos reais que em caso algum podem ser desvalorizados.

No caso da gripe continuar tão benigna como até agora, não faz qualquer sentido a exposição ao risco de receber uma vacina contaminada ou o de sofrer uma paralisia Guillain-Barré.

No caso de a gripe se agravar de forma inesperada, como já há meses anunciam sem qualquer base científica um número surpreendente de altos dirigentes – entre eles a Directora-Geral da OMS –, e repentinamente, começarem a morrer muito mais pessoas do que é habitual, ainda terá menos sentido deixar-se pressionar para ser vacinado, porque uma surpresa assim só poderá significar duas coisas:

1. Que o vírus da gripe A que agora circula sofreu uma mutação;
2. Que está em circulação outro (ou outros) vírus.

Em qualquer dos casos a vacina que se está a preparar agora não serviria para nada e, tendo em conta o que aconteceu em Janeiro passado com a Baxter, podia ser, inclusivamente, que servisse de veículo de transmissão da doença.

Uma proposta

A minha proposta é clara:

Além de manter a calma, tomar precauções sensatas para evitar o contágio e não se deixar vacinar, coisa que já se propõem muitas pessoas com senso comum no nosso país [Espanha].

Apelo a que se active com carácter de urgência os mecanismos legais e de participação cidadã necessários para assegurar de forma rotunda que no nosso país não se poderá forçar ninguém a vacinar-se contra a sua vontade, e que os que decidirem livremente vacinar-se não serão privados do direito de exigir responsabilidades nem do direito de serem economicamente compensados (eles ou os seus familiares), no caso de a vacina lhes causar uma doença grave ou a morte.

Notas:
[1] Zimmer SM, Burke, DS. Historical Perspective: Emergence of Influenza A (H1N1) viruses. NEJM, Julio 16, 2009. p. 279
[2] ‘The reemergence was probably an accidental release from a laboratory source in the setting of waning population immunity to H1 and N1 antigens’, Zimmer, Burke, op. cit., p. 282
[3] Zimmer, Bunker, op. cit., p. 279
[4] Doshi, Peter. Calibrated response to emerging infections. BMJ 2009;339:b3471
[5] US Centers for Disease Control and Prevention. Serum cross-reactive antibody response to a novel influenza A (H1N1) virus after vaccination with seasonal influenza vaccine. MMWR 2009; 58: 521-4.
[6] Dados oficiais do Centro Europeu para o controlo e prevenção de doenças (www.ecdc.europa.eu).
[7] Dados oficiais do Centro Europeu para o controlo e prevenção de doenças (www.ecdc.europa.eu)
[8] Cf. Le Journal du Dimanche (25 juliol ‘09): Debré: ‘Cette grippe n’est pas dangereuse’; cf. La Razón (4 septiembre ‘09): Rodríguez Sendín: Cordura frente el alarmismo en la prevención de la gripe A
[9] Cf. Virus mix-up by lab could have resulted in pandemic. The Times of India, sección de ciencia, 6 marzo 2009.
[10] http://www.who.int/mediacentre/news/statements/2009
[11] Cohen E. When a pandemic isn’t a pandemic. CNN, 4 de mayo ‘09.http://edition.cnn.com/2009/HEALTH/05/04/swine.flu.pandemic/index.html
[12] Doshi Peter Calibrated response to emerging infections VMJ 2009;339:b3471
[13] Falkiner, Keith. Get the rushed flu jab or be jailed. Irish Star Sunday, 13 septiembre ‘09.
[14] Senate Bill n. 2028: An act relative to pandemic and disaster preparation and response in the commonwealth. 4 agosto ‘09. Cf. Moore, RT. Critics rage as state prepares for flu pandemic. 11 septiembre ‘09. WBUR Boston.
[15] Cf. Vaccination H1N1: méfiance des infirmières. www.syndicat-infirmier.com/Vaccination-H1N1-mefiance-des.htlm
[16] Stobbe, Mark. Legal immunity set for swine flu vaccine makers. Associated Press, 17 Julio ‘09.

* Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Mosteiro de San Benedito em Montserrat, Barcelona, é doutorada em Saúde Pública, especialista em Medicina Interna pela Universidade de Nova Iorque, autora entre outros livros de «Los crimines de las grandes compañias farmaceuticas».

Tradução de José Paulo Gascão

Corrupção

Com 5,8 pontos, numa escala de 0 a 10, Portugal ocupa o 35º lugar (descendo três pontos relativamente a 2008) entre 180 países no relatório sobre a corrupção no mundo elaborado pela ONG Transparency International.

Os Partidos Políticos são vistos em Portugal como as instituições mais corruptas.

http://www.transparency.org/

Obama na China

Sem se referir ao Tibete, aos direitos humanos ou ao Dalai Lama, Barack Obama defendeu que a Liberdade de expressão é um direito Universal

O Cara Linda

Fernanda Nujo,  minha tia e mãe do coração,  fala assiduamente do tio Manuel Nujo, o “Cara Linda”.

O Cara Linda, alcunha que granjeou pela beleza das suas feições e atributos de juventude, Manuel Gonçalves Nujo de seu nome completo, nasceu no lugar de Paúl (Cernache-Coimbra) no seio de uma família numerosa.

O Manuel,  irmão do meu avô paterno João Gonçalves Nujo, viria a emigrar para o Brasil onde faleceu e está sepultado.

Pelo que consegui saber, Manuel foi um empresário de sucesso no ramo das confecções. Viria em passeio a Portugal talvez na década de 70-80, juntamente com o filho Alcides e uma filha,  aproveitando para visitar os familiares que cá ficaram. Minha avó, Maria dos Santos Nujo, acamada havia muitos anos, mal falava. Ao receber a visita do primo e cunhado Manuel, passado talvez 40 anos, reconheceu-o de imediato. As suas únicas palavras foram, para espanto dos presentes:

- …Cara Linda

Curiosamente numa das redes sociais, o Orkut, fui contactado por Andreia Gonçalves Nujo que escreveu:

- “…meu avô Manuel Gonçalves Nujo nasceu a 11 de Junho de 1910 em Cernache, Coimbra, filho de António Gonçalves Nujo e Piedade Flório…”
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Manuel Gonçalves Nujo e esposa?

Cernache é a freguesia a que pertence o Paúl. A filiação corresponde assim como as datas pelo que o avô da Andreia é de certeza o Manuel “Cara Linda”.

Faço um apelo à Andreia e a todos os meus amigos que confirmem se a foto é efectivamente de Manuel Gonçalves Nujo e qual o nome da esposa e filhos. Eventualmente a foto pode ser de outro irmão: o Alfredo Gonçalves Nujo.

Fico a aguardar notícias.

Quem conhece?

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Foto tirada em Moçambique?

Pela matrícula do automóvel, supõe-se que a foto foi tirada em Moçambique.

Alguém conhece esta família?

fonte: foto enviada pela Bruna

A Procissão

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Condeixa - Procissão do Senhor dos Passos (cerca de 1900?)

Do Brasil, a Bruna, bisneta de Joaquim Gonçalves Nujo, fez chegar até nós esta Foto.

… a procissão, que sai da capela do Palácio Sotto Mayor, na qual a Verónica canta o Miserere Mei em sete pontos de um percurso (passos), especialmente preparados para o efeito; segue-se-lhe o sermão do encontro, com as imagens do Senhor dos Passos e de Nossa Senhora da Soledade, procedendo de ruas diferentes, a convergirem no mesmo espaço. Por fim, e já na Igreja — perante a reunião de todos — é feito o sermão do Calvário.
(fonte: http://www.cm-condeixa.pt)

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